7. DIAGNÓSTICO DAS DEFICIÊNCIAS MINERAIS

Os problemas relacionados a minerais variam desde deficiências ou toxicidade aguda, caracterizada por sinais clínicos marcantes e alterações patológicas, até condições amenas e transitórias, difíceis de diagnosticar, que se expressam por estado geral insatisfatório e crescimento e produção reduzidos. Esta última situação assume grande importância pois ocorre em extensas áreas e com grande número de animais e podem ser confundidas com deficiência de energia, proteína e parasitismo (Underwood, 1977, citado or McDowell, 1999). Estes sintomas ligados a reprodução e produção somente são percebidos a um médio prazo sendo necessário monitoramento constante.

No diagnóstico de deficiências minerais são importantes vários fatores como exame clínico do rebanho, as análises de materiais dos animais (tecidos e fluídos), solo, água, forrageira, suplemento mineral, entre outros. Segundo Tokarnia et al. (2000) grande parte das deficiências minerais mais acentuadas, o histórico, o exame clínico, a realização de necropsia e os estudos histopatológicos podem ajudar no estabelecimento do diagnóstico. O método mais confiável para determinar deificência é a resposta do animal à suplementação específica, entretanto, para isto necessita-se de tempo, recursos, além de adequado controle e monitoramento. A maioria dos desequilíbrios minerais, particularmente aqueles de nível marginal, não provocam alterações patológicas ou sinais clínicos específicos de um mineral isolado. Portanto, faz-se necessário determinar a deficiência mineral através de análises químicas e ensaios biológicos para confirmação além da experimentação com o mineral deficiente (McDowell, 1999, Tokarnia et al. 2000).

As análises de solo para determinar as formas de minerais disponíveis podem oferecer alguns indícios sobre a deficiência, entretanto, os dados são pouco confiáveis, de difícil interpretação e com baixa correlação. Segundo Conrad et al. (1980) em trabalhos no Brasil, citado por McDowell (1999), ferro, manganês e zinco apresentaram correlações de 0,12, 0,12 e 0,30 respectivamente. De acordo com Tokarnia et al (2000) estas análises ajudam a complementar o diagnóstico, mas deve ser considerado que nem todas as quantidades de minerais no solo são aproveitáveis pela planta por diversos fatores como pH e forma química do elemento no solo.

A análise de minerais nas forrageiras, como auxílio no diagnóstico de deficiência, deve ser realizada com cautela e de forma que possa representar o pastejo seletivo dos animais, este fator torna-se mais complicado quando a área é extensa e constituída de diversos tipos de forrageiras. McDowell (1999) cita que Fick et al. (1979) recomendam para obtenção de amostras representativas de forragem que se observe o comportamento de pastoreio dos animais retirando as amostras mais representativas possível, não retirar amostras de locais com acúmulo de excremento ou com sobra de pasto rejeitado pelo animal. Deve ser considerada também a época do ano a ser coletada a amostra pois ocorre variação dos minerais nas forrageiras ao longo do ano. As desvantagens segundo McDowell (1999) em relação à analise de forrageira são:

  • incerteza da amostra ser representativa da dieta;
  • dificuldade de estimar o consumo de pastagem;
  • variação na biodisponibilidade dos minerais nas pastagens;
  • contaminação da amostra por partículas de solo.

A análise de material (tecidos e fluídos) provenientes do animal permite verificar de forma direta, com maior rapidez e mais facilmente, as deficiências existentes. As análises de amostras de fígado servem para avaliar a condição do animal em relação ao Cu, Co, Mn, Se e eventualmente Zn. As análises de tecido ósseo podem ser usadas para Ca e P. As análises de sangue, soro e plasma são úteis no diagnóstico do estado de Mg, Zn, Cu, P, Ca. Entretanto, fatores como estresse, exercício, hemólise, temperatura e tempo de separação do soro podem alterar estes níveis. A análise de saliva, urina e fezes pode auxiliar no diagnóstico de Na e K (McDowell, 1999; Tokarnia et al., 2000). A secreção de iodo no leite está diretamente controlada por consumo na dieta podendo ser utilizado como indicador do status do elemento (Miller, 1975, citado por Nicodemo 1999).

A dosagem de enzimas como superóxido dismutase, glutationa-peroxidase, no sangue e outros tecidos podem auxiliar no diagnóstico de deficiências de Zn e Se. Além da dosagem de vit. B12 para avaliar "status"de Co, do hormônio tiroxina para o iodo e da hemoglobina para o Fe.

Os animais possuem capacidade de acumular reservas de minerais e utilizá-las em períodos de restrição. Apesar da deficiência mineral na dieta, o animal pode permanecer em bom estado por alguns meses, dependendo da severidade da deficiência e de suas reservas. Minerais como Cu, Se, Ca e P podem ficar armazenados por mais tempo, entretanto outros como Zn, Mn, Na e Mg não são armazenados em quantidades suficientes ou suas reservas não estão suficientemente disponíveis (Judson & McFarlane, 1998; citado por Nicodemo, 1999).

A tabela 11 ilustra análise de valor considerável na determinação de deficiências e toxicidades de minerais específicos.

Tabela 11 - Diagnóstico de deficiências minerais específicas ou toxicidades em bovinos

Deficiência Mineral Tecido Níveis críticos
Cálcio (%) Osso (desengord.) Cinza óssea Plasma 24,5% 37,6% 8mg/100ml
Magnesio (%) Soro Urina Fluído cérebroespinhal 1-2mg/100ml 2-10mg/100ml 1,6mg/100ml
Fósforo (%) Osso (desengord.) Cinza óssea Volume ósseo Plasma 11,5% 17,6% 120mg P/cm3 4,5 mg/100ml
Potássio (%) Plasma 9-28meq/l
Sódio (%) Saliva Fezes Urina Relação Na/K (saliva) 100-200mg/ml 1000ppm 1meq/L < 10
Cobalto (ppm) Fígado Vit.B12 0,05-0,07ppm 96mg/ml
Cobre (ppm) Fígado Soro 25-75ppm 0,65mg/ml
Iodo (ppm) Leite T4 300mg/dia 4,2mg/dl
Ferro (ppm) Hemoglobina Transferrina 10g/100ml 13-15% saturação
Manganês (ppm) Fígado 6ppm
Selênio (ppm) Fígado Soro Pêlo ou lã 0,25ppm 0,03mg/ml 0,25ppm
Zinco (ppm) Soro 0,6 - 0,8mg/ml
Toxicidade    
Cobre (ppm) Fígado Soro 700ppm - 1,2ppm
Flúor (ppm) Ossos 4500 - 5500ppm
Manganês (ppm) Pêlos 70ppm
Molibdênio (ppm) Fígado 4ppm
Selênio (ppm) Fígado Pêlos 5 - 15ppm 10ppm

FONTE: NRC (1996); McDowell (1999), González (2000).

8. MÉTODOS DE SUPLEMENTAÇÃO MINERAL

A suplementação mineral pode ser feita por métodos indiretos como uso de fertilizantes minerais, mudança de pH do solo e o estímulo do crescimento de determinadas espécies forrageiras. O aumento do pH do solo influencia a absorção de minerais pela planta provocando deficiências de Cu e Co e excesso de Se e Mo. A fertilização das pastagens aumenta a produção de matéria seca, além de aumentar os minerais nas forrageiras, entretanto está relacionada à forma química do elemento e tipo de solo, entre outros fatores (McDowell, 1999).

O método mais eficiente de fornecer minerais para bovinos é através de suplementos minerais combinados com concentrados, se assegura maior exatidão na quantidade a ser ingerida diariamente. Mas, para bovinos em pastejo nem sempre isto é possível ( McDowell, 1999), sendo mais utilizado para bovinos de leite ou através do uso de misturas múltiplas para gado de corte, que vem aumentado nos últimos anos, principalmente na época da seca.

Segundo McDowell (1999) a administração direta de minerais pode ser feita por água, misturas minerais, blocos, dosificações orais, preparações ruminais e injeções. As dosagens orais asseguram quantidades específicas a intervalos conhecidos, mas é dependente de mão de obra e dependendo do tamanho do rebanho torna-se impraticável. Minerais como Cu e Se que podem ser estocados por mais tempo no fígado tem mostrado resultado satisfatório, mas o Co que necessita de suplementação semanal mostra-se inviável. As injeções intramusculares têm sido usadas para Cu, Se, I e Zn. As preparações ruminais são baseadas em balas ou "pellets" que podem conter Co, Se ou Zn e ficam retidos no rúmen-retículo e são liberados de maneira lenta e constante. A maior desvantagem de fornecimento de um ou alguns minerais a animais sob pastejo em extensas áreas do mundo é que existem outros minerais como o P e Na que não podem ser fornecidos desta maneira, sendo assim a preferência de escolha é a suplementação é através de misturas de sal comum com fontes de Ca, P e microelementos.

O consumo de minerais à vontade é a maneira mais comum de oferecer minerais aos bovinos sob pastejo. O sal comum é o veículo usado para dar palatabilidade à mistura mineral ao mesmo tempo que também funciona como regulador de consumo, normalmente sendo usado de 30 a 40% na mistura final (McDowell, 1999; Tokarnia et al. 2000). Uma mistura mineral completa normalmente inclui o sal comum, uma fonte de P com baixo F, além de Ca, Co, Cu, I, Fe e Zn, entretanto em regiões tropicais de solos ácidos o Mn e o Fe podem ser eliminados da mistura. O S, K, Mg e Se de acordo com a necessidade específica (McDowell, 1999). A tabela 12 mostra o efeito da mistura mineral completa sobre os índices zootécnicos comparado ao uso de somente sal comum na dieta de bovinos. Segundo Tokarnia et al. (2000) o uso de misturas minerais completas é um método anti-econômico, pois no Brasil deveriam ser suplementados somente o P, Co, Cu, I e Zn e como veículo o sal branco, sendo que em certas regiões não há necessidade de todos estes elementos. Além disto, na mistura mineral completa existe o risco das interferências antagonistas entre os minerais.

Souza et al. (1983) suplementaram novilhos em pastagens de capim colonião, no Mato Grosso do Sul, durante 336 dias, com NaCl; NaCl +P+ micro; NaCl+P e mistura comercial, e encontraram ganho em peso de 40, 144, 68 e 130kg respectivamente. O tratamento NaCl+P+micro obteve maior benefício líquido.

Tabela 12 - Estudo colombiano de quatro anos avaliando o uso suplementos minerais comparados ao sal comum.

Ítem Sal Comum Mistura Mineral Completa
Abortos (%) 9,3 0,75
Nascimento/ano (%) 50,0 67,0
Mortalidade até a desmama (%) 22,6 10,5
Bezerros desmamados do total do rebanho (%) 38,4 60,0
Peso a desmama - 9 meses (kg) 117 147
Ganho de peso em 572 dias (kg) 86 147
Ganho médio diário (g) 150 247
Kg bezerro desmamado/vaca/ano 44,9 88,2

FONTE : McDowell (1999)

Tabela 13 - Características de um suplemento mineral a pasto recomendado para bovinos.

Um suplemento mineral completo aceitável para bovinos deveria ser:

1. Conter um mínimo de 6-8% de P total. Em áreas onde as forragens constantemente têm teor de P mais baixo que 0,20%, são preferidos os suplementos minerais com 8-10% P.
2. Não ter substancialmente uma relação de Ca:P maior que 2:1.
3. Fornecer uma proporção significante (aproximadamente 50%) das exigências de minerais traços como Co, Cu, I, Mn, e Zn. Em regiões conhecidas como deficientes em minerais traços, deveriam ser fornecidos 100% de minerais traços específicos.
4. Incluir sais minerais de alta qualidade que contenham as melhores formas biologicamente disponíveis de cada elemento mineral, e evitar a inclusão mínima de sais minerais contendo elementos tóxicos. Como um exemplo, deveriam ser evitados fosfatos que contenham alto teor de F, ou formular sais para que os animais em reprodução, recebessem não mais que 30-50 mg/kg de F na dieta total. Poderiam ser usados fertilizantes ou fosfatos não tratados, com algumas limitações para o gado confinado.
5. Ser suficientemente palatável para permitir o consumo adequado em relação às exigências.
6. Ser produzido por um fabricante idôneo com controle de qualidade, e garantias quanto aos valores de etiqueta.
7. Ter um tamanho de partícula aceitável, permitindo uma mistura adequada, sem partículas muito pequenas que acabam sendo perdidas.
8. Ser formulado para uma determinada área, nível de produtividade animal, ambiente (temperatura, umidade, etc.) na qual será utilizado, e ser tão econômico quanto possível.

3. Para a maioria das regiões seria apropriado incluir Se, a menos que fossem observados problemas de toxidez.

FONTE : McDowell (2001)

8.1 Consumo dos suplementos minerais

A palatabilidade de um suplemento afeta o consumo mais do que a necessidade fisiológica. Ao formular-se uma mistura mineral, a estimativa das necessidades a ser atendida deve coincidir com o consumo adequado. O consumo médio da mistura mineral é altamente variado e dependente de vários fatores segundo McDowell (1999) :

  • bovinos em pastagens de baixa qualidade ou disponibilidade consomem mais minerais, que coincide também com a época seca do ano devido à maior quantidade de fibra, menor digestibilidade e quantidade de proteína na forragem;
  • suplementos protéicos e energéticos podem fornecer também minerais e diminuir a necessidade e apetite dos animais quando oferecidos isoladamente, mas caso seja adicionado à mistura mineral funcionam como palatabilizante e aumentam o consumo da mistura total;
  • quanto maior o nível de produção maior a necessidade de minerais e maior o consumo da mistura mineral;
  • o sal comum funciona como palatabilizante devido ao apetite particular dos bovinos por este, entretanto é também regulador de consumo onde quanto maior a quantidade de sal comum no suplemento mineral menor será seu consumo;
  • quando os animais não têm acesso ao suplemento mineral por tempo prolongado podem consumir de duas a dez vezes mais minerais do que o esperado até que seu apetite esteja satisfeito;
  • o umedecimento e o empedramento diminuem o consumo do suplemento mineral;
  • a localização do cocho de suplemento mineral próximo de aguada ou malhadouro permite o consumo regular do suplemento, pois o consumo é menor se os animais têm que andar longas distâncias.

8.2 Cocho para os suplementos minerais

Os suplementos adequadamente formulados são capazes de produzir resultados benéficos somente quando estão à disposição permanente dos animais sob forma fresca e seca. O manejo da suplementação mineral através de uma rotina de inspeção semanal dos cochos para verificar a quantidade e aspecto da mistura tem sido negligenciado pela maioria dos pecuaristas (McDowell, 1999) e causando à "síndrome do cocho vazio" que acarreta sérios prejuízos na bovinocultura.

Aspectos ligados ao cocho como altura em relação ao solo para a categoria a ser suplementada, espaçamento linear, tipo de acesso (unilateral ou bilateral), proteção contra chuvas, localização influenciam o consumo e por sua vez afetam o desempenho dos animais (McDowell, 1999). Segundo Martin (1993) indica 4cm de espaço linear por animal para mistura mineral como suficiente, entretanto se for usado mistura múltipla (mineral com uréia, farelos e/ou grãos), esta medida pode chegar a 20cm linear por animal devido ao maior ingestão do suplemento e tempo de permanência no cocho. A altura em relação ao solo deverá ser de 50cm para vacas de cria, para que os bezerros tenham acesso ao suplemento, 60 a 70 para recria e 100cm para engorda. A profundidade de 20 - 30cm, a largura superior de 40 - 50cm e inferior de 30 - 40cm (Martin, 1993; Lazzarini Neto, 2000).

A localização do cocho deve ser de fácil acesso para o animal e para a pessoa responsável pelo abastecimento e em local seco. Cochos localizados em áreas próximas ao bebedouro cerca de 300 metros de distância, malhadouro ou sombreada, são usados com maior freqüência pelos animais (Martin, 1993; McDowell, 1999; Lazzarini Neto, 2000).

9. CONCLUSÕES

A nutrição mineral inadequada é um severo limitante da produção de ruminantes em regiões tropicais. As forrageiras normalmente não atendem todos minerais em quantidades necessárias, sendo importante a suplementação mineral dos bovinos a pasto de maneira racional e lógica baseada nas exigências de cada categoria, no diagnóstico de deficiências clínicas e sub-clínicas e através da experimentação. O diagnóstico diferencial de deficiências nutricionais (protéica e energética), doenças que relacionam com o sistema reprodutivo, neurológico e imunológico dos animais, são importantes para concluir a respeito da deficiência mineral em um rebanho. Portanto, é necessária uma avaliação criteriosa do técnico baseada em fatores citados como exame clínico do rebanho, as análises de materiais dos animais (tecidos e fluídos), solo, água, forrageira, suplemento mineral, consumo da mistura, biodisponibilidade das fontes usadas, tipos de cocho, índices zootécnicos entre outros.

O uso de quelatos na nutrição de bovinos de leite e de corte não está totalmente elucidado pelo fato dos trabalhos de pesquisas apresentarem resultados contraditórios, ora com resultados favoráveis e ora sem efeito. Os resultados do uso de quelatos na nutrição de bovinos são influenciados por diversos fatores como: a fonte a ser usada em comparação aos quelatos em estudos de pesquisas e o nível de ingestão das mesmas, o teor do mineral no alimento que compõe a dieta bem como os teores de seus antagonistas, a composição química do quelato fornecido; o status mineral e imunológico, idade, sexo, raça, estágio e nível de produção do animal. São necessárias mais pesquisas científicas para avaliar estes produtos na alimentação bovina, uma maior padronização de metodologias e materiais a serem usados para diminuir as variáveis que influenciam nesta resposta, principalmente em nosso país onde as condições são bem distintas dos países de clima temperado. Além disto, devem ser mostrados nos resultados de pesquisas a relação benefício/custo do uso destes complexos.

10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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