2.4 ADUBAÇÃO DE CORREÇÃO OU DE FORMAÇÃO
2.4.1. Macro nutrientes
Cálculo das adubações corretivas ou de formação para o fósforo e o potássio antes de se proceder a implantação da pastagem.
Em relação ao fósforo, o tipo de solo (textura e pH) vai afetar o equilíbrio de fósforo, conforme o seguinte esquema:
- P - não lábil ? P - lábil ? P - solução ? P - planta
O P - não lábil representa as formas de fósforo precipitados (solos ricos em Al e Fe) ou absorvidos no solo com elevada energia (caso de solo argiloso). O P-lábil é representado por alguma forma que está em equilíbrio com o P-solução, podendo, assim, repor para a solução os íons fosfatos (HPO³¯ ou HPO4 à medida que estes são absorvidos pela planta. Portanto, de acordo com o tipo de solo, tem-se a disponibilidade e a quantidade de fósforo recomendada (Quadro 4).
Quadro 4 - Classes de interpretação da disponibilidade e das quantidades a ser aplicadas de fósforo de acordo com teor de argila do solo. (CFSEMG,1999) (Análise feita em uma camada de 20cm de solo e extraído pelo método MEHLICH-1).
| % de Argila no solo |
Níveis críticos de Fósforo disponível em mg/dm³ = ppm |
Quantidade de Fósforo para os níveis críticos (kg/ha de P2O5) |
| 60 -100% |
2,8 - 5,4 baixo |
8,1- 12,0 bom |
120 |
50 |
| 35 - 60% |
4,1 - 8,0 baixo |
12,1- 18,0 bom |
110 |
40 |
| 15 - 35% |
6,7- 12,0 baixo |
20,1- 30,0 bom |
90 |
30 |
| 0 - 15% |
10,1- 20,0 baixo |
30,1- 45,0 bom |
70 |
20 |
Reportando ao Quadro 4, solos com textura média (40% argila) mas que apresentam em sua subsuperfície (0-20cm) níveis de P2O5 disponível que variam de 4,1 a 8,0, necessitam cerca de 110kg de P2O5 para corrigir este nível baixo. Em relação ao solo arenoso, os níveis críticos são maiores, porque este tipo de solo não tem poder de retê-lo e, posteriormente, fornecê-lo gradativamente para a solução do solo.
Como princípio geral de fertilização com fosfatos, a colocação do fertilizante sempre deve ser feita próxima á semente, como não deve ser diferente das outras culturas, mas também de acordo com a capacidade tampão do solo, ou seja, a quantidade de argila presente neste solo. Portanto, de acordo com a quantidade de P remanescente (P-rem, mg/L), que é uma função do poder tampão do solo, deve-se proceder a correção da quantidade de fósforo a ser aplicada pelos fatores correspondentes (Quadro 5).
Quadro 5 - Fatores usados para correção da quantidade de fósforo a ser aplicada. (CFSEMG,1999)
| Premanescente - mg/L |
0 a 4 |
4,1 a 10 |
11a 19 |
19,1 a 30 |
31 a 44 |
45 a 60 |
| Fator |
1,3 |
1,15 |
1 |
0,85 |
0,7 |
0,6 |
Reportando ao Quadro 4, a quantidade de P-rem é da ordem de 4, necessitando usar o fator 1,3 para se determinar a quantidade de fósforo recomendada. Portanto, a quantidade é de cerca de 140kg/ha de P2O5.
Algumas fontes de fósforo disponíveis no mercado brasileiro são apresentados no Quadro 6.
Quadro 6 - Fertilizantes fosfatados, garantias mínimas e especificações.
| Fertilizante |
Garantia Mínima |
Forma do Nutriente |
| Escória de Thomas |
12% P2O5 |
P2O5 sol. em ácido cítrico |
| Fosfato bicalcico |
38% P2O5 |
P2O5 sol. em CNA + H2O |
| Fosfato monoamônico (MAP) |
48% de P2O5 |
P2O5 sol. em CNA + H2O |
| 44% de P2O5 |
P2O5 sol em H2O |
| 9% de N |
N na forma de NH4 + |
| Fosfato diamônico(DAP) |
45% de P2O5 |
P2O5 sol. em CNA + H2O |
| 38% de P2O5 |
P2O5 sol. em H2O |
| % de N |
N na forma de NH4+ |
| Fosfato natural |
24% de P2O5 |
P2O5 Total |
| 4% de P2O5 |
P2O5 sol em H2O |
| Fosfato natural parcialmente acidulado |
25% de P2O5 |
P2O5 Total |
| 18% de P2O5 |
P2O5 sol. em CNA + H2O |
| Super-fosfato simples |
18% de P2O5 |
P2O5 sol. em CNA + H2O |
| 16% de P2O5 |
P2O5 sol. em H2O |
| Super-fosfato triplo |
41% de P2O5 |
P2O5 sol. em CNA + H2O |
| 37% de P2O5 |
P 2 O 5 sol. em H2O |
| Termofosfato magnesiano |
17% de P2O5 |
P2O5 Total |
| 14% de P2O5 |
P2O5 sol. em acido cítrico |
| Hiperfosfato |
28% de P2O5 |
P2O5 Total |
| 12% de P2O5 |
P2O5 sol. em acido cítrico |
Quanto ao potássio, este não apresenta problema em relação ao tipo de solo, como o fósforo. Contudo, solos ácidos são pobres em potássio disponível, por causa da excessiva lixiviação que pode ocorrer. A adubação com potássio deve ser feita em cobertura, quando a forrageira cobrir 60 a 70% do solo, visando melhor aproveitamento do fertilizante. Os níveis críticos de K e a quantidade recomendada como corretivo são apresentados no Quadro 7.
Quadro 7 - Classes de interpretação da disponibilidade para o Potássio (CFSEMG,1999), (Análise feita nas amostras de solo na camada de 0,20cm de solo).
| Nível Crítico de Potássio Disponível 1 no Solo mg/dm³ ou ppm |
Quantidade Corretiva Recomendakg/ha de K2O |
| < 15 - muito baixo |
200 |
| 16 - 40 - baixo |
150 |
| 41 - 70 - médio |
100 |
| 71 - 120 - bom |
50 |
| > 120 - muito bom |
0 |
| 1 Método Mehlich-1 |
Portanto, são necessários 100kg de K2O por hectare, para corrigir o nível de potássio encontrado na análise (Quadro 1).
Algumas fontes de potássio, disponíveis mercado brasileiro são apresentadas no Quadro 8.
Quadro 8 - Fertilizantes potássicos, garantias mínimas.
| Fertilizante |
Garantia Mínima |
Forma do Nutriente |
Observações |
| Cloreto de potássio |
58% K2O |
K2O sol. em água |
45 a 48% de Cl |
| Sulfato de potássio |
48% K2O |
K2O sol. em água |
15 a 17% de S e 1,2% Mg |
| Sulfato de potássio e Magnésio |
18%de K2O |
K2O sol. em água |
23% de S e 4,5% Mg |
| Nitrato de potássio |
44% de K2O |
K2O sol. em água |
13% de N, forma Nítrica |
Referindo-se ao nitrogênio, a solubilidade dos sais de N é alta em toda faixa de pH. Contudo, a mineralização do N é maior em pH de 6 a 8, por causa da presença favorável dos microorganismos no solo. Em relação à quantidade de N recomendada, esta difere de fósforo e potássio, devido ao seu comportamento no solo. Portanto, o nitrogênio é aplicado parceladamente e anualmente, e não depende da análise do solo. Atenção deve ser dada à aplicação de N, no que se refere a acidez do solo. Verificar regularmente este aspecto. Trabalhos de pesquisa mostram a ineficiência do fósforo e do potássio em solos pobres em matéria orgânica e consequentemente limitante em nitrogênio, principalmente em áreas com pastagem degradada. Existe uma grande interação entre fósforo e potássio com o nitrogênio nestas condições de solo.
Após as aplicações de corretivo e de fósforo e potássio (corretivos) recomenda-se a aplicação de N em cobertura, parcelado em 2 a 4 vezes no período de primavera com pequena intensidade (20-30% após primeira chuva), de verão com maior intensidade (60-70%) e de outono com baixa intensidade (10-20%), nas seguintes quantidades por aplicação: médias produções de forragem usar de 50 a 70kg de N/ha, para altas de 71 a 150kg de N/ha e ainda para produções mais elevadas de 151 a 200kg de N/ha. Sempre aplicar a lanço e em cobertura quando o solo estiver coberto com forragem (60 a 70%). Dar preferencia ao sulfato de amônio, para evitar perdas de nitrogênio. Usar uréia em condições de boa cobertura vegetal, com bom nível de umidade no solo e sem sol pleno e dias não muito quentes.
As fontes de nitrogênio disponíveis no mercado brasileiro são apresentadas no Quadro 9.
Quadro 9 - Alguns fertilizantes nitrogenados, garantias mínimas.
| Fertilizante |
Garantia Mínima |
Formas do Nutriente |
Observaões |
| Amônia anidra |
82% de N |
Amoniacal - NH4+ |
|
| Nitrato de amônio |
32% de N |
50% Amoniacal e 50% nítrica - NO3- |
|
| Nitrato de cálcio |
14% de N |
Nítrica (NO3-) e 1,5% Amoniacal |
18% de Ca |
| Sulfato de amônio |
20% de N |
Amoniacal - NH4+ |
23% de S |
| Uréia |
44% de N |
Amídica (NH2) |
|
Quanto ao cálcio e magnésio, eles se encontram em formas disponíveis em pH acima de 5. Solos muito ácidos são pobres nestes elementos (Quadro 10). De modo geral, quando se faz a correção da acidez com calcário ou silicato, as quantidades exigidas em cálcio e magnésio são alcançadas.
O potássio concorre com o magnésio no sítio de absorção pela planta. Adubações com potássio reduzem o teor de magnésio na planta. Níveis maiores de magnésio no solo reduzem, por outro lado, o teor de proteína na planta, por afetar a sua síntese. Níveis deficientes de magnésio na planta causam a tetania das pastagem. Os íons de potássio, de amônio reduzem a absorção do íon de magnésio. Portanto, tem-se uma interação entre elementos em suas absorções (ROBINSON, 1989). Contudo, se for necessário adicionar mais cálcio e magnésio ao solo, a forma mais simplificada para se determinar a quantidade de Ca + Mg é baseada no nível crítico deles, que é expresso em cmol c/dm³.
Quadro 10 - Classes de interpretação de fertilidade do solo para o complexo de troca catiônica (CFSEMG,1999) (Amostra de uma camada de solo de 20cm).
| Características |
Unidade |
Classificação |
| Baixo |
Médio |
Bom |
| Cálcio Trocável |
cmolc/dm³ |
0,41 - 1,20 |
1,21 - 2,40 |
2,41 - 4,00 |
| Magnésio Trocável |
0,16 - 0,45 |
0,46 - 0,90 |
0,91 - 1,50 |
As fontes de cálcio e magnésio mais comuns são os calcários e os silicatos de cálcio e magnésio. Portanto, para calcular a quantidade de calcário ou de silicato para se adicionar ao solo, com o fim de fornecer cálcio e magnésio, vale-se da fórmula: Q de corretivo de Ca + Mg = 2 [ - ] cmol c /dm³ Ca + Mg = t de calcário ou silicato de cálcio e magnésio (PRNT = 100%) por hectare.
Tomando o solo da Fazenda Paraíso (Quadro 1) como exemplo, procede-se da seguinte forma para se calcular a quantidade de Ca e Mg para este solo:
Ca = 1,51 cmol c/dcm³ e Mg = 0,60 cmol c/dm³ de solo.
Aplicando a fórmula tem-se: Q.C.= 2 [ - ]cmol c/dm³ de Ca + cmol c/dm³ de Mg = t de corretivo. Q.C. = 2 - 1,51 + 0,60 = zero como corretivo de cálcio e magnésio. Portanto não é necessária a correção de Ca e Mg neste solo.
Em relação ao enxofre baseado em fósforo remanescente, pode variar de muito baixo a muito bom. Em solo com 15mg/L de P-remanescente, o enxofre disponível deve estar em torno de 6,0mg/dm³ 6ppm, o que é considerado nível médio no solo. O enxofre é o último macronutriente colocado em escala de importância para a adubação de pastagem. Normalmente, o enxofre contido nos superfosfatos e sulfatos pode ser o suficiente para pastagem, se o solo não for muito deficiente. O gesso (sulfato de cálcio, 16% de Ca e 13% de S) é muito usado para eliminar o Al trocável, fornecer Ca às subsuperfícies mais profundas (>20cm) e fornecer quantidade apreciável de S ao solo.
As fontes de cálcio, magnésio e enxofre disponíveis no mercado brasileiro são apresentadas no Quadro 11.
Quadro 11 - Fertilizantes com macronutrientes secundários (cálcio, magnésio e enxofre), garantias mínimas.
| Fertilizante |
Garantia Mínima |
Formas do Nutriente |
Observações |
| Carbonato de magnésio |
27% Mg |
MgCO3 |
- |
| Cloreto de cálcio |
24% de Ca |
CaCl 2 . 2H2O |
- |
| Enxofre |
95% de S |
Enxofre total |
- |
| Óxido de magnésio |
55% de Mg |
Na forma de MgO |
- |
| Sulfato de cálcio(gesso) |
16% de Ca |
Forma elementar |
14% de S |
| Sulfato de magnésio |
9% de Mg |
Solúvel em água |
13% de S |
Plantas deficientes em enxofre apresentam níveis elevados de nitrogênio solúvel (amidas, amino ácidos solúveis, asparagina, arginina, glutamina), nitrato e baixos níveis de nitrogênio protéico, pois o enxofre faz parte de amino ácidos essenciais (metionina e cisteina), (BALSALOBRE, 2004).
2.4.2 Micronutrientes
Para interpretar a disponibilidade de micronutrientes (Zn, B, Cu, Fe, Mo, Co e Mn), tem-se poucas informações, mesmo sendo freqüente a deficiência de Zn e/ou B em várias regiões brasileiras. Contudo tem-se algumas referências de níveis muito baixo, baixo, crítico e bom de certos micronutrientes no solo (Quadro 12).
Quadro 12 - Classes de interpretação da disponibilidade para os micronutrientes (CFSEMG,1999). Amostra obtida no perfil de 0 a 20cm do solo.
| Micronutriente |
Classificação e Unidade mg/dm³ = ppm |
| Muito baixo |
Baixo |
Crítico |
Bom |
| Zn disponível (Zn) 3 |
<= 2,0 |
2,0 - 4,0 |
4,0 |
>4,0 |
| B disponível (B) 1 |
<= 0,5 |
0,5 - 1,0 |
1,0 |
>1,0 |
| Cu disponível (Cu) 3 |
<= 0,30 |
0,30 - 0,60 |
0,6 |
> 0,6 |
| Fe disponível (Fe) 3 |
<= 20 |
20 - 30 |
30 |
>30 |
| Mo disponível (Mo) 4 |
< 0,10 |
0,10 - 0,20 |
0,20 |
> 0,20 |
| Co disponível (Co) 2 |
0,10 |
0,10 - 0,25 |
0,25 |
>0,25 |
| Mn disponível(Mn) 3 |
<= 2,5 |
2,5 - 5,0 |
5,0 |
>5,0 |
| 1 Extração por água quente 2 Acido acético 3 Extração rotineira de Carolina do Norte 4 Extração por oxalato de amônio |
Quanto a correção do solo no que se refere aos micronutrientes (Zn, B, Cu, Fe, Mo, Co e Mn) principalmente, quando se trata de leguminosas, deve-se usar, de preferencia as fritas (oxi-silicatos) como o FTE (Frited trace elements). As formulações de micronutrientes são apresentadas no Quadro 13. Para forrageiras mais produtivas e para leguminosas recomenda-se 80kg/ha de FTE- BR.12 à época da correção do solo.
Quadro 13 - Formulações comerciais de micronutrientes mais comuns
| Produtos |
Concentração - % |
| Zn |
B |
Cu |
Fe |
Mn |
Mo |
Cu |
| FTE-BR.8 |
7 |
2,5 |
1 |
5 |
10 |
0,1 |
- |
| FTE-BR.9 |
6 |
2 |
0,8 |
6 |
3 |
0,1 |
- |
| FTE-R.10 |
7 |
2,5 |
1 |
4 |
4 |
0,1 |
0,1 |
| FTE-BR.12 |
9 |
1,8 |
0,8 |
3 |
2 |
0,1 |
- |
| BR.EXTRA |
15 |
2,5 |
1 |
3 |
3 |
0,1 |
- |
| FTE-BR.13 |
7 |
1,5 |
2 |
2 |
2 |
0,1 |
- |
| FTE-BR.15 |
8 |
2,8 |
0,8 |
- |
- |
0,1 |
- |
| FTE-BR.16 |
3,5 |
1,5 |
3,5 |
- |
- |
0,1 |
- |
| FTE-BR24 |
18 |
3,6 |
1,6 |
6 |
4 |
0,2 |
- |
| MICRONUTRI-121 |
12 |
1 |
- |
- |
- |
0,6 |
0,15 |
| MICRONUTRI-155 |
15 |
5 |
- |
- |
6%de Mg |
- |
- |
| MICRONUTRI-301 |
30 |
1 |
1 |
- |
- |
- |
- |
| ZINCOP 101 |
10 |
2 |
10 |
- |
- |
- |
- |
| ZINCOP 210 |
20 |
- |
10 |
5 |
- |
- |
- |
| NUTRIZINCO I |
30 |
- |
- |
2 |
- |
- |
- |
| NUTRIZINCO II |
20 |
- |
- |
- |
- |
- |
6% de S |
As fontes de micronutrientes (B, Cu, Mo, Zn, Co, Fe, Mn) disponíveis no mercado brasileiro são apresentadas no Quadro 14.
Quadro 14 - Fertilizantes contendo micronutrientes, garantias mínimas.
| Fertilizante |
Garantia Mínima |
FORMAS DO NUTRIENTE |
OBSERVAÇÕES |
| Bórax |
11%B |
Borato de sódio(Na2 B4 O7 .10H2O) |
Solúvel em água |
| Ácido bórico |
17% B |
Ácido (H3 BO3 ) |
Solúvel em água |
| Sulfato de cobre |
13% Cu |
Sulfato |
Sol. em água - 17% de S |
| Fosfato cúprico |
32% Cu |
Fosfato de amônio e cobre |
5% de P2 O5 sol. em CNA |
| Óxido cúprico |
75% Cu |
Óxido ( Cu O) |
13% de S |
| Molibdato de sódio |
39% Mo |
Na2MoO4.2H2O |
Sol. em água |
| Sulfato de zinco |
20% Zn |
ZnSO4 .7H2O |
Sol. em água - 17% S |
| Óxido de zinco |
75% Zn |
Zinco total (ZnO) |
Não solúvel em água |
| Cloreto de cobalto |
34% Co |
Co Cl 2 .2H2O |
Solúvel em água |
| Óxido de cobalto |
75% Co |
Cobalto total (CoO) |
Não solúvel em água |
| Sulfato ferroso |
19% Fe |
FeSO4 .7H2O |
Sol. em água-10% S |
| Sulfato manganoso |
26% Mn |
MnSO4 .3H2O |
Sol. Em água-15%S |
3. LITERATURA CONSULTADA
ANUALPEC 2004. Anuário da pecuária brasileira. FNP Consultoria & Agroinformativos. São Paulo, 2004. p.376.
BALSABORE, M.A.A. Enxofre pastagens.2004. In: www.milkpoint.com.br/radarestécnicos/artigo. São Paulo, 07-2004.
CARNEIRO, A.M. Forragicultura. Escola Veterinária da UFMG. Belo Horizonte. p.5 - 86 (Bol. Técnico). 1996.
KITCHEL, et al. Reforma ou recuperação de pastagem. 1997. In: www.milkpoint.com.br/radarestécnicos/artigo. São Paulo, 07-2004.
KONDORFER, G.H., PEREIRA, H.S., CAMARGO, M.S. 2004. Silicatos de cálcio e magnésio na agricultura. Boletim Técnico n°1- 3 ed. Instituto de Ciências Agrárias. UFU. p.28.
LOBATO, E., SANZONOWICS, C. Adubação Testada em Pastagem. In: Mattos, B.B; Werner, J.C; YAMADA, T ; MALAVOLTA, E. Eds. Calagem e Adubação de Pastagens. Piracicaba. Associação Brasileira para Pesquisa do Potássio e do Fosfato. 1986 p. 145 - 179.
MALAVOLTA, E. 1979. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo, Editora Agronômica Ceres. 1981. 254 p.
MONTEIRO, F.A., WERNER, J.C. Ciclagem de nutrientes minerais em pastagens. In: Simpósio sobre Ecossistema de Pastagem. Jaboticabal. S.P 1990. Anais. Jaboticabal UNESP. FCAV/FUNEP. 1990. p. 149 - 192.
OLIVEIRA et al. Efeito de fósforo e nitrogênio em pastagem estabelecida em cerrado. 2001. In: milkpoint.com.br/radarestécnicos/artigo, 07-2004. São Paulo.
RECOMENDAÇÕES PARA O USO DE CORRETIVOS E FERTILIZANTES DE MINAS GERAIS. CFSEMG, 5ª aproximação - Viçosa - 1999. 176 p.
ROBINSON et al. Magnésio em Pastagens. In: milkpoin t.com.br radarestecnicos. São Paulo, 07- 2004.
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